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  • Sergio Benchimol

Cuidado: o diabetes também pode causar cegueira

Atualizado: 29 de Mai de 2019


O Diabetes é uma doença considerada atualmente uma epidemia mundial, especialmente o diabetes tipo 2, que se relaciona com alterações do estilo de vida, obesidade, sedentarismo e envelhecimento da população. 


É uma doença do metabolismo em que ocorre diminuição ou ausência da produção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que regula o nível de glicose no sangue. 


O diabetes é uma doença complexa e progressiva que afeta os vasos sanguíneos. Está associado a inúmeras complicações nos olhos e é uma das maiores causas de cegueira no mundo na população economicamente ativa (idade de 20 a 64 anos).



A retinopatia diabetica


A retinopatia diabética é uma consequência da microangiopatia do diabetes. Ocorrem lesões nos capilares da retina causando vazamentos que podem levar a edemas e hemorragias.


A proliferação de vasos sanguíneos no interior do olho pode ocasionar a tração e o descolamento de retina e glaucoma, podendo  levar consequentemente à perda visual total e irreversível se não for tratada a tempo.​


A retinopatia diabética pode afetar a visão devido ao edema de mácula ou  proliferação vítreo retiniana. É classificada em dois grupos: retinopatia diabética proliferativa e não proliferativa onde o edema de mácula pode se encontrar nas duas formas. 


Na forma proliferativa, mais grave, existe a proliferação de vasos anômalos que pode levar a sangramento e formação de fibrose e levar ao descolamento da retina.






Sintomas


O principal sintoma da retinopatia diabética é a baixa visão e muitas vezes alguns pacientes só notam alterações quando a doença já atingiu a mácula, responsável pela visão central. 


Normalmente, não existem sintomas no início. Porém, caso haja visão embaçada ou se enxergue manchas ou pontos de sangue “flutuando”, é preciso procurar rapidamente um médico.



Tratamento


Para prevenção da doença, deve ser feito o controle da glicemia para retardar o aparecimento do problema ou diminuir sua gravidade com acompanhamento periódico com o médico clínico, exames laboratoriais e visita ao oftalmologista.


Além disso, pessoas diabéticas são mais propensas a ter hipertensão arterial e, por isso, devem manter a pressão controlada para não agravar a retinopatia diabética. 


Os diabéticos apresentam um risco de perder a visão 25 vezes maior do que as que não portam a doença. A retinopatia diabética atinge mais de 75% das pessoas com diabetes há mais de 20 anos.


O uso de medicamentos antiangiogênicos (anti-VEGF) revolucionou a oftalmologia nos últimos 5 anos. Vários estudos recentes mostraram a eficácia desses medicamentos no tratamento da retinopatia diabética (edema de mácula e proliferação neovascular).


Outros tratamentos também podem ser usados com a indicação do oftalmologista como esteróides,  laser micropulso, laser convencional (Fotocoagulação)  e Cirurgia de  Vitrectomia Posterior.



Se você está apresentando ao menos um desses sintomas, é importante procurar um oftalmologista. Ligue pra gente e marque uma consulta.

21 3816-7000


A Clínica Benchimol possui médicos especializados em Retinopatia Diabética e aparelhos modernos que ajudam a detectar precocemente a doença e tratá-la com o procedimento adequado.

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